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Digno de espanto

Antonio de Oliveira

Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
Instagram: @prof.antoniooliveira

06/10/2013 04:38:04

Prof. Antônio de Oliveira Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001) antonioliveira2011@live.com ***
Sem dúvida, o ser humano é um fenômeno. Eu sou um fenômeno. Você é um fenômeno. Teilhard de Chardin escreveu um livro intitulado O Fenômeno Humano. E não é preciso ser um Ronaldo, ex-jogador de futebol, para ser considerado fenômeno. Nem um Montaigne, para quem, de tudo que ele considerava misterioso, nada espantava mais que ele próprio, o mais insondável dos fenômenos. E um fenômeno instável. Ora mudando radicalmente de opinião, ora saltitando de emoção em emoção, em questão de segundos. Na verdade, somos por natureza instáveis. Difícil, por exemplo, manter o bom humor quando estamos doentes ou preocupados, ansiosos por algum motivo real ou imaginário e que, nesses casos, subjetivamente também se torna real. Uns reagem dizendo palavrões; ficam agressivos ou deprimidos. Outros se contêm e levam as coisas numa boa. Montaigne o admite em situações bem concretas: “se um grão de milho me machuca o dedo do pé, mostro-me mal-humorado, desagradável e inabordável”. E é a partir de cada fenômeno humano que se consideram os fenômenos da natureza com os quais também interagimos. O brilho de uma manhã ensolarada pode nos deixar iluminados. Hoje em dia se dá muita importância ao estudo da bipolaridade, quando se vive ora um polo ora outro polo. “Ela ama, ela odeia”, como na trilha sonora de Wagner Tiso em novela exibida, pela extinta Rede Manchete, no ano de 1986, retratando Dona Beija de Araxá. Nessa personagem, como retratada na telenovela, os seus maiores encantos e talentos eram também seus maiores defeitos. A condição humana postula, pois, por natureza, uma certa tolerância com o próximo. Afinal, as ambiguidades nos nossos relacionamentos deixam bem claro quão sutis se mostram as fronteiras entre o que consideramos certo e errado, honesto e desonesto, sobretudo na prática. Caniços pensantes, no dizer de Pascal, porém caniços. Você e eu. Eu e você. Um dia, com a mesma medida com que julgamos seremos julgados.    

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