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A mil dias da Copa

Valmor Bolan

Professor da Unisa e ex-reitor e dirigente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras
Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá

06/10/2011 04:52:47

Prof. Dr. Valmor Bolan Doutor em Sociologia. Conselheiro da OUI-IOHE (Organização Universitária Interamericana) no Brasil. Membro da Comissão Ministerial do Prouni (CONAP). Consultor da Presidência da Anhanguera Educacional. *** 
A mil dias da COPA de 2014, ainda persistem dúvidas e apreensões sobre a capacidade do Brasil em atender todas as demandas existentes para assegurar o sucesso da maior festividade esportiva do planeta, que há décadas encantam o povo brasileiro. Em meio ao ceticismo de uns e até mesmo uma torcida contra de outros, o ministro de Esportes, orlando Silva, foi à televisão dizer que o governo vai dar conta de realizar a Copa, com a conclusão das obras que se fazem necessárias.  É certo que a realização do megaevento em nosso País abre muitas oportunidades, especialmente no setor do Turismo, daí que do ponto de vista da promoção do Brasil no mundo e da motivação dos profissionais brasileiros em crescer em seus negócios com a ocasião é meritória. Como país emergente, estamos numa fase de crescimento, e apesar das sombras da crise internacional, o Brasil sinaliza condições de superar a crise atual e ampliar seu espaço no mundo, daí que é preciso darmos apoio para que a Copa aconteça e seja exitosa. Nesse sentido, ao contrário do que já se leu até em importantes editoriais de periódicos brasileiros, não é hora do governo recuar, mas intensificar os esforços para conseguir cumprir um cronograma de trabalho que permita viabilizar a logística necessária de infra-estrutura (especialmente estádios e aeroportos), para que os serviços prestados durante a Copa sejam satisfatórios a todos os envolvidos na festa esportiva, que deverá receber pessoas do mundo todo. É preciso portanto foco. O governo deve trabalhar focado neste objetivo, ainda mais diante de um quadro de grave crise econômica e financeira internacional, e de turbulência política global. O fato é que o esporte, principalmente para os jovens, propicia o desenvolvimento dos potenciais, dando a muitos deles uma oportunidade até de inserção profissional, que sem esses estímulos, ficariam muito mais difíceis. A Copa deveria ter uma pedagogia para motivar os jovens a melhor se integrar socialmente, em muitos aspectos. È preciso, no entanto, que consigamos recuperar o futebol-arte do nosso País,  que acabou ficando técnico e burocrático demais, uma espécie até de camisa-de-força em que fica cada vez mais difícil a emergência de um gênio a exemplo de Pelé e Garrincha, porque os critérios técnicos muitas vezes sufocam criatividade e a ousadia do jogador genial. Por isso, a Copa no Brasil  tem também este desafio de valorizar a arte do futebol, com jogadores capazes de empolgar o povo, como nas Copas de 70 e 82. É isso que nos esperamos, para que, aí sim, a festa seja realmente original e impactante. Essa é a característica particular do brasileiro, que elevou no mundo o futebol à arte. É interessante observar que o futebol enraizou-se culturalmente em nós, apesar de intelectuais respeitáveis terem vaticinado o seu fracasso, como conta Leandro Narloch em seu livro GUIA POLITICAMENTE INCORRETO DA HISTÓRIA DO BRASIL, ao mencionar o que escreveu Graciliano Ramos sobre o futebol: "Estrangeirices não entram facilmente (...) O football, o boxe, o turfe, nada pega". Para o autor de "Vidas Secas", era preciso incentivar "a pega de bois, o salto, a cavalhada e, melhor que tudo o cambapé, a rasteira". E destaca: "A rasteira! Este sim, é o esporte nacional por excelência!" O tempo mostrou o equívoco de Graciliano Ramos, porque o futebol veio para ficar.Nada de cambapé e rasteira, nem furto de galinhas, etc. A bola rolando no campo, com ginga típica do brasileiro, tornou-se um traço cultural marcante da nossa gente. O futebol é uma modalidade esportiva que desde o início do século XX, cativou os brasileiros, tornando-se uma tradição, ao ponto de caracterizar o Brasil, lá fora, como o País do Futebol, como também o do Carnaval, características estas que hoje estão arraigadas na alma popular e faz do Brasil o país que é. Por isso, todo apoio à Copa bem sucedida é o que queremos em 2014.  

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