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Direto ao ponto

Antonio de Oliveira

Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
Instagram: @prof.antoniooliveira

20/11/2021 06:00:01

“Escrever é a arte de cortar palavras.” Essa frase costuma ser atribuída a Carlos Drummond de Andrade. Num texto de Armando Nogueira, esse diz que teria indagado do próprio poeta. Ele conhecia, mas negou que fosse dele. Nogueira confessa que ficou desapontado. A sentença tinha a cara do mestre Drummond, cuja prosa é um exemplo de concisão, justificou o indagador. 
 
Nogueira diz que seria capaz de atribuí-la, então, a John Ruskin (1819-1900), inglês, escritor e crítico de arte. Se não o disse, com todas as letras, certamente foi Ruskin quem melhor ilustrou literariamente esse adágio num conto.
 
Era uma vez um feirante de peixes num porto britânico...
 
O homem chega à feira e lá encontra seu compadre a dispor os peixes num tabuleiro de madeira. Cumprimentam-se. O feirante está contente com o sucesso do seu pequeno comércio. Entrara no negócio havia pouco tempo e já pudera comprar um quadro-negro para anunciar o produto.
 
Atrás do balcão, no quadro-negro, está a mensagem, escrita a giz, em letras garrafais: HOJE VENDO PEIXE FRESCO. Pergunta, então, ao amigo e compadre recém-chegado: – Você acrescentaria alguma palavra?
 
Nada a acrescentar. Pelo contrário, o compadre reduziria o anúncio a uma única palavra: PEIXE. Essa amputação vocabular não foi sugerida sem boas razões. Todo dia é sempre hoje. Palavra sobrando. Nenhum feirante está ali para dar peixe de graça. VENDO também está sobrando. O anúncio PEIXE FRESCO numa feira, no cais do porto, certamente é dispensável. Ali normalmente se vende peixe fresco e não congelado. Na tabuleta restou a palavra PEIXE. Talvez desnecessária também. No Brasil, seria Barraca do Compadre.

 

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