Educação na China

Para a sociedade chinesa, investir em educação significa ter uma vida longa e próspera. Por isso, o ingresso nas instituições de educação superior do país é altamente disputado pelos jovens.

Gaokao
Todos os anos, quase 10 milhões de estudantes na China fazem o vestibular unificado chinês, conhecido como Gaokao – equivalente ao Enem no Brasil. Apenas alunos de Hong Kong, Macau e Taiwan não precisam passar pelo exame. Desde 2012, mais de cem instituições chinesas aceitam candidatos de Hong Kong com base no desempenho no vestibular local. Para os demais, essa é a única forma de ingressar no ensino superior.

Três matérias são obrigatórias no Gaokao: chinês, matemática e inglês. As provas são aplicadas em três dias e os alunos também são avaliados em disciplinas opcionais, como história, geografia, biologia, física, química e ciências políticas. O exame tem o título de maior prova de acesso ao ensino superior do mundo.

O sistema universitário chinês é, do ponto de vista estrutural, bastante semelhante aos da maioria dos países ocidentais. O primeiro nível de estudos universitários, a que os estudantes têm acesso após concluir o ensino secundário, é o undergraduate, similar ao grau europeu (licenciatura), com duração de quatro anos. Segue-se o mestrado e o doutorado, ambos com duração de três anos.

Do ponto de vista do financiamento, a China possui uma política de custos partilhados, por meio da qual os estudantes contribuem com uma porcentagem variável, de acordo com o seu nível econômico.

Internacionalização
A China é o terceiro destino mais popular do mundo para estudantes estrangeiros, atrás apenas dos Estados Unidos e do Reino Unido. Os números mais recentes apontam que cerca de 490 mil estudantes internacionais estavam matriculados em universidades chinesas em 2017 (10% a mais que em 2016). Os países que mais enviam estudantes estrangeiros para a China são: Coreia do Sul, Tailândia, Paquistão, Estados Unidos, Índia, Rússia, Japão e Indonésia.

Segundo o Banco Mundial, a China investe 4,3% de seu PIB em educação.

Rankings internacionais
QS World University Rankings
A China possui 40 instituições de educação superior classificadas no QS World University Rankings, lista anual com as 4.500 melhores instituições de ensino superior do mundo, organizada por analistas globais. Dessas instituições chinesas, seis estão no “top 100” mundial.

Times Higher Education (THE)
O país ocupa sete das dez primeiras posições do Times Higher Education (THE) Emerging Economies University Ranking na edição 2019. O levantamento avaliou 442 instituições de 43 países considerados “emergentes”.

Times Higher Education Emerging Economies University Rankings 2019 - top 10:

  • Tsinghua University (China)
  • Peking University (China)
  • Zhejiang University (China)
  • University of Science and Technology of China (China)
  • Lomonosov Moscow State University (Rússia)
  • Fudan University (China)
  • Nanjing University (China)
  • Shanghai Jiao Tong University (China)
  • University of Cape Town (África do Sul)
  • National Taiwan University (Taiwan)

Melhores universidades da China
Segundo o QS Mainland China University Rankings 2019, lista de classificação das 100 melhores instituições de educação superior chinesas elaborada por analistas globais, a melhor universidade chinesa atualmente é a Tsinghua University, seguida pela Peking University, ambas localizadas na capital do país. O terceiro lugar ficou com a Fudan University, em Xangai.

10 melhores universidades Chinesas segundo o QS Mainland China University Rankings 2019:

  1. Tsinghua University
  2. Peking University
  3. Fudan University
  4. University of Science and Technology of China 
  5. Zhejiang University
  6. Shanghai Jiao Tong University 
  7. Nanjing University 
  8. Sun Yat-sen University
  9. Wuhan University
  10. Harbin Institute of Technology

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Lioudmila Batourina
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