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É comigo?

Antonio de Oliveira

Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
Instagram: @prof.antoniooliveira

18/11/2017 04:47:28

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001) antonioliveira2011@live.com *** Falando sério, o contribuinte é que é o patrão dos políticos, que nem sempre se mostram dignos representantes. Isso ocorre toda vez que a leviandade desmascara a apregoada capacidade e idoneidade com que apareceram cingidos em campanha eleitoral. São autoridades constituídas pelo povo, que deveria ser considerado de fato respeitável público, para o qual deveriam trabalhar com competência e honestidade. Mas parece que excelências andam perdendo a linha com a manivela e tudo. Ou, então, mostram-se tolerantes e compreensivos, como se nenhuma critica ou reclamação os atingisse, blindados pela imunidade parlamentar e pelo antidemocrático foro privilegiado. Ninguém que ocupe um cargo público é dono dele. Após as manifestações públicas do dia 4 de dezembro de 2016, um senador chamou os manifestantes de “mentecaptos alienados”. Ou então, de maneira alienada, isso sim, entendem que as manifestações são legítimas e, dentro da ordem, devem ser respeitadas. Manifestações desse tipo servem para oxigenar nossa jovem democracia. Maravilha. Mas para quem são os recados? Os destinatários fazem de conta que não é com eles. Mais urgente que uma reforma política é uma reforma de caráter, a partir do “avesso do avesso do avesso do avesso”. Marcelo Calero, ex-ministro da Cultura, estopim do caso Geddel em 2016, disse, no Facebook, que “não podemos mais tolerar a esculhambação que é a política do nosso país”. É bem aquela história: Era uma vez quatro políticos, Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém. Havia um trabalho indispensável a ser feito em proveito do povo. Todo Mundo tinha certeza de que Alguém o faria. Qualquer Um poderia tê-lo feito, mas Ninguém o fez. Alguém se negou a fazer o trabalho porque era um trabalho de Todo Mundo. Todo Mundo achou que Um poderia fazê-lo, mas Ninguém imaginou que Todo Mundo deixasse de fazê-lo. No final, Todo Mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito.  

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